Este blog tem por finalidade manter um canal de troca de experiências entre todos aqueles que acreditam no PER como ferramenta de transformação e construção de Capital Social no meio rural
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Devocional 30.08.2010
"Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo." Tiago 4:14-15
Pensamento: Muita gente carrega uma enorme carga de ansiedade com relação ao dia de amanhã. Vivem seus dias preocupados com as coisas que ainda estão por acontecer e acabam sofrendo antecipadamente sem necessidade. Quando entendemos que o amanhã pertence a Deus, e nossas vidas estão em Suas mãos, podemos descansar e esperar que Ele cuidará para que todas as coisas cooperem para nosso bem.
Oração: Pai querido, obrigado por guardar a minha vida, e renovar suas misericórdias a cada manhã. Ajuda-me a não andar ansioso com o dia de amanhã, ensina-me a entender que desde que minha vida está entregue em Suas mãos, o Senhor é quem me dirige os passos. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
Do site Devocional Diário
Pensamento: Muita gente carrega uma enorme carga de ansiedade com relação ao dia de amanhã. Vivem seus dias preocupados com as coisas que ainda estão por acontecer e acabam sofrendo antecipadamente sem necessidade. Quando entendemos que o amanhã pertence a Deus, e nossas vidas estão em Suas mãos, podemos descansar e esperar que Ele cuidará para que todas as coisas cooperem para nosso bem.
Oração: Pai querido, obrigado por guardar a minha vida, e renovar suas misericórdias a cada manhã. Ajuda-me a não andar ansioso com o dia de amanhã, ensina-me a entender que desde que minha vida está entregue em Suas mãos, o Senhor é quem me dirige os passos. Eu oro em nome de Jesus. Amém.
Do site Devocional Diário
sábado, 28 de agosto de 2010
PARABÉNS MESTRE PAIVA - NOS ORGULHAMOS DE FAZER PARTE DE SUA REDE DE AMIGOS
Meus/minhas amigos(as),meus/minhas colegas,meus/minhas irmãos(ãs) em CRISTO, do
PER-Curitiba 2010.Estive ausente da civilização virtual,esta é a causa do meu desaparecimento.
Gostaria de partilhar com voces (minha familia),que no Concurso Nacional dos melhores Projetos do
PER,realizado em Brasilia, o 1º lugar MT,2º Pará,3ºParaná.O segundo colocado teve como facilitador
este colega de voces.
Abraços saudosos Paiva
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Construindo Cidadania
“A cidadania é uma construção social dinâmica que se reporta ao conjunto de direitos e de deveres que um membro de uma comunidade ou sociedade possui enquanto tal.” (Pinto, 2001, p.255). Segundo a teoria de Marshall, a cidadania comporta três tipos de direitos: civis (exercício das liberdades individuais) políticos (exercício do poder político, votar e ser eleito) e sociais (direito à participação e ao bem-estar social). (Marshall, cit em Pinto, 2001, p.255 )
O desenvolvimento da cidadania não é um processo linear, tem avanços e recuos, por isso os direitos alcançados têm que ser defendidos e exercidos continuamente.
O desenvolvimento da cidadania não é um processo linear, tem avanços e recuos, por isso os direitos alcançados têm que ser defendidos e exercidos continuamente.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
As dimensões da globalização
Considera-se que a globalização envolve dimensões como as econômicas,
sociais e culturais. A globalização produtiva envolve o processo de integração
das estruturas produtivas domésticas em uma estrutura produtiva internacional,
que ocorre, basicamente, pelo investimento direto internacional, através de
aquisições, fusões ou da instalação de novas empresas, bem como por alianças
estratégicas e pelo reinvestimento dos lucros auferidos; pela difusão de padrões
tecnológicos e modelos de organização industrial; e pela internacionalização
das estruturas de mercado e da competição empresarial, onde o comércio
internacional tem relevante papel.
sociais e culturais. A globalização produtiva envolve o processo de integração
das estruturas produtivas domésticas em uma estrutura produtiva internacional,
que ocorre, basicamente, pelo investimento direto internacional, através de
aquisições, fusões ou da instalação de novas empresas, bem como por alianças
estratégicas e pelo reinvestimento dos lucros auferidos; pela difusão de padrões
tecnológicos e modelos de organização industrial; e pela internacionalização
das estruturas de mercado e da competição empresarial, onde o comércio
internacional tem relevante papel.
Posição frente à globalização
considera-se a globalização como um fenômeno histórico,
presente em todo o desenvolvimento capitalista, mas que tomou novas proporções
na atualidade, apresentando uma natureza multidimensional e complexa, que
abrange os campos político, econômico, social e cultural. Em conseqüência, a
globalização é um processo intenso, porém parcial, heterogêneo e desequilibrado.
E, assim como não ocorre com a mesma intensidade em todos os países,
dentro destes o seu avanço é mais rápido em alguns setores — principalmente
os ligados aos mercados externos — e mais lento em outros.
Se, por um lado, a globalização pode incrementar a produtividade interna
dos países, pelo acesso a bens de capital, tecnologicamente mais avançados,
e a insumos a preços mais competitivos, por outro, ela poderá aumentar a
distância econômico-social existente entre alguns países ou regiões, visto que
ela gera mais riquezas para o país ou para o grupo mais desenvolvido, dados o
patamar tecnológico diferenciado e seu maior poder econômico e político para
aproveitar as oportunidades do mercado. Portanto, os benefícios resultantes da
globalização serão maiores para os países desenvolvidos, devido às assimetrias
descomunais existentes em termos de poder político, econômico e social. Uma
questão básica a ser solucionada é como dividir os ganhos entre os países ricos
e os pobres e entre os diferentes grupos dentro desses países.
presente em todo o desenvolvimento capitalista, mas que tomou novas proporções
na atualidade, apresentando uma natureza multidimensional e complexa, que
abrange os campos político, econômico, social e cultural. Em conseqüência, a
globalização é um processo intenso, porém parcial, heterogêneo e desequilibrado.
E, assim como não ocorre com a mesma intensidade em todos os países,
dentro destes o seu avanço é mais rápido em alguns setores — principalmente
os ligados aos mercados externos — e mais lento em outros.
Se, por um lado, a globalização pode incrementar a produtividade interna
dos países, pelo acesso a bens de capital, tecnologicamente mais avançados,
e a insumos a preços mais competitivos, por outro, ela poderá aumentar a
distância econômico-social existente entre alguns países ou regiões, visto que
ela gera mais riquezas para o país ou para o grupo mais desenvolvido, dados o
patamar tecnológico diferenciado e seu maior poder econômico e político para
aproveitar as oportunidades do mercado. Portanto, os benefícios resultantes da
globalização serão maiores para os países desenvolvidos, devido às assimetrias
descomunais existentes em termos de poder político, econômico e social. Uma
questão básica a ser solucionada é como dividir os ganhos entre os países ricos
e os pobres e entre os diferentes grupos dentro desses países.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
O SEBRAE GOIÁS ESTA ABRINDO EDITAL DE SELEÇÃO PARA NOVOS FALICITADORES
Credenciamento de Consultores:
Em breve abriremos novo edital de credenciamento.
Em breve abriremos novo edital de credenciamento.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Agricultura Famíliar Dinâmica de grupo Aplicada ás Organizações de Produtores Rurais
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Brasil caminha para ser livre da febre aftosa
28/07/2010 17:55
ESPECIAL - Brasil caminha para ser livre da febre aftosa
Brasília (28.7.2010) - Tornar o Brasil livre da febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano, é meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Para isso, estamos buscando o fortalecimento dos serviços veterinários oficiais nas regiões Norte e Nordeste, com a estruturação de escritórios, contratação e capacitação de profissionais e melhoria da vigilância. Além disso, desenvolvemos campanhas de vacinação diferenciadas, com agulha oficial em 12 municípios da Calha do Rio Amazonas e no Amapá”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim. O ministério está realizando auditorias para avaliar o funcionamento dos serviços veterinários estaduais e as atividades desenvolvidas naquelas regiões.
Hoje, todos os estados e o Distrito Federal participam das campanhas de vacinação, exceto Santa Catarina, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007.
Ao todo, 14 estados e o Distrito Federal são livres da doença com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará (Amazonas) apresentam a mesma classificação. Os demais estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como alto risco, e Amazonas e Amapá, risco desconhecido.
A doença foi detectada na Itália, em 1514. No Brasil, o primeiro registro ocorreu em 1895, no Triângulo Mineiro. Como prevenção, o Ministério da Agricultura realiza ações desde 1934, quando foi publicado o Regulamento do Serviço de Defesa Sanitária Animal. Mas as instruções específicas para seu controle, que incluía a vacinação, foram definidas em 1950, e as campanhas organizadas tiveram início em 1965. Os pioneiros nessa ação foram os estados do Rio Grande do Sul, que vacinou 2,07 milhões de bovinos, do total de 11,6 milhões, e o Paraná, que imunizou 3,8 mil bovinos, de 3,4 milhões de animais estimados na época. As características geográficas, estruturais, econômicas e produtivas do País foram desafios enfrentados nessa luta. Por isso, a parceria de todos os setores envolvidos foi decisiva para superá-los.
“Tivemos um marco na década de 70, quando foi realizada a primeira vacinação em massa de bovinos, com vacina oleosa, no município de Valença/RJ. O objetivo era proteger melhor e por mais tempo os animais. A vacina aquosa, usada na época, conferia menor proteção, dificultando e encarecendo seu uso”, ressalta o coordenador do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) do Ministério da Agricultura, Plínio Lopes. Em 1996, o Brasil passou a utilizar somente vacina oleosa contra febre aftosa.
Em 1976 foi registrado o maior número de focos da doença, com 10,2 mil casos. Desde abril de 2006, o Brasil não registra nenhum caso, sendo o último em Mato Grosso do Sul.
“Quem suspeitar da doença em algum animal deve informar imediatamente ao serviço veterinário oficial mais próximo, que tomará as providências necessárias. Para evitar a disseminação, é importante que o produtor interrompa a movimentação de todos os animais, seus produtos e subprodutos, até que seja autorizado pelo serviço veterinário oficial”, explica Lopes.
A febre aftosa é uma doença altamente contagiosa, que causa febre e vesículas (bolhas) na boca, narinas, focinho, tetas e pés dos animais de casco fendido. As principais espécies suscetíveis são bovinos, búfalos, ovinos, caprinos e suídeos, podendo também ser acometidos veados, cervos e camelos
ESPECIAL - Brasil caminha para ser livre da febre aftosa
Brasília (28.7.2010) - Tornar o Brasil livre da febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano, é meta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Para isso, estamos buscando o fortalecimento dos serviços veterinários oficiais nas regiões Norte e Nordeste, com a estruturação de escritórios, contratação e capacitação de profissionais e melhoria da vigilância. Além disso, desenvolvemos campanhas de vacinação diferenciadas, com agulha oficial em 12 municípios da Calha do Rio Amazonas e no Amapá”, ressalta o secretário de Defesa Agropecuária, Francisco Jardim. O ministério está realizando auditorias para avaliar o funcionamento dos serviços veterinários estaduais e as atividades desenvolvidas naquelas regiões.
Hoje, todos os estados e o Distrito Federal participam das campanhas de vacinação, exceto Santa Catarina, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007.
Ao todo, 14 estados e o Distrito Federal são livres da doença com vacinação: Acre, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O centro-sul do Pará (46 municípios) e as cidades de Boca do Acre e Guajará (Amazonas) apresentam a mesma classificação. Os demais estados da região Nordeste e o nordeste do Pará são considerados como médio risco para a doença; Roraima e noroeste do Pará, como alto risco, e Amazonas e Amapá, risco desconhecido.
A doença foi detectada na Itália, em 1514. No Brasil, o primeiro registro ocorreu em 1895, no Triângulo Mineiro. Como prevenção, o Ministério da Agricultura realiza ações desde 1934, quando foi publicado o Regulamento do Serviço de Defesa Sanitária Animal. Mas as instruções específicas para seu controle, que incluía a vacinação, foram definidas em 1950, e as campanhas organizadas tiveram início em 1965. Os pioneiros nessa ação foram os estados do Rio Grande do Sul, que vacinou 2,07 milhões de bovinos, do total de 11,6 milhões, e o Paraná, que imunizou 3,8 mil bovinos, de 3,4 milhões de animais estimados na época. As características geográficas, estruturais, econômicas e produtivas do País foram desafios enfrentados nessa luta. Por isso, a parceria de todos os setores envolvidos foi decisiva para superá-los.
“Tivemos um marco na década de 70, quando foi realizada a primeira vacinação em massa de bovinos, com vacina oleosa, no município de Valença/RJ. O objetivo era proteger melhor e por mais tempo os animais. A vacina aquosa, usada na época, conferia menor proteção, dificultando e encarecendo seu uso”, ressalta o coordenador do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa) do Ministério da Agricultura, Plínio Lopes. Em 1996, o Brasil passou a utilizar somente vacina oleosa contra febre aftosa.
Em 1976 foi registrado o maior número de focos da doença, com 10,2 mil casos. Desde abril de 2006, o Brasil não registra nenhum caso, sendo o último em Mato Grosso do Sul.
“Quem suspeitar da doença em algum animal deve informar imediatamente ao serviço veterinário oficial mais próximo, que tomará as providências necessárias. Para evitar a disseminação, é importante que o produtor interrompa a movimentação de todos os animais, seus produtos e subprodutos, até que seja autorizado pelo serviço veterinário oficial”, explica Lopes.
A febre aftosa é uma doença altamente contagiosa, que causa febre e vesículas (bolhas) na boca, narinas, focinho, tetas e pés dos animais de casco fendido. As principais espécies suscetíveis são bovinos, búfalos, ovinos, caprinos e suídeos, podendo também ser acometidos veados, cervos e camelos
domingo, 25 de julho de 2010
Notícias do MAPA
23/07/2010 17:43
Aplicação do crédito rural aumenta quase 30%
Brasília (23.7.2010) - A aplicação do crédito rural para agricultura empresarial durante a safra 2009/2010 subiu 28,7%, comparando com o ciclo agrícola anterior. Entre julho de 2009 e junho de 2010, os produtores tiveram acesso a R$ 84,4 bilhões destinados a custeio, comercialização e investimento. Os dados foram consolidados nesta semana pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa).
Somando os recursos liberados para a agricultura familiar, o valor investido na safra 2009/2010 totaliza R$ 95,6 bilhões. “O resultado é bastante positivo, ainda mais se considerarmos que, no ano passado, houve uma retração dos financiamentos privados por causa da crise financeira internacional”, considera o diretor de Economia Agrícola do ministério, Wilson Araújo.
Médio produtor - Destaque para os desembolsos voltados à classe média rural. No período, foram R$ 3,16 bilhões pelo Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural), número 390% superior ao registrado na safra 2008/2009.
A contratação de recursos para investimentos em práticas sustentáveis na lavoura também apresentou desempenho expressivo. Houve crescimento de quase 200% nas liberações do Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa) que alcançaram R$ 475,3 milhões no ciclo concluído no mês passado.
Outro financiamento muito procurado pelos agricultores foi o Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK), linha de crédito com condições especiais, criada ano passado por conta da crise financeira mundial. Somente para aquisição de máquinas e equipamentos foram desembolsados R$ 4,5 bilhões. Até então, esses equipamentos eram financiados pelos programas de Modernização da Frota de Tratores, Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) e de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra). Araújo lembra que o programa é temporário, mas ainda pode ser contratado até dezembro. Os recursos são financiados em um prazo de 10 anos a juros de 5,5% ao ano.
Nova safra - Desde 1º de julho os produtores agrícolas podem contratar crédito para safra 2010/2011. O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para o novo ciclo terá à disposição do segmento empresarial R$ 100 bilhões. Para atender aos médios produtores são R$ 5,65 bilhões pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), sucessor do Proger Rural. Outra prioridade do governo, o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) tem uma linha de financiamento com R$ 2 bilhões. Outros R$ 16 bilhões serão direcionados à agricultura familiar. (Laila Muniz)
Aplicação do crédito rural aumenta quase 30%
Brasília (23.7.2010) - A aplicação do crédito rural para agricultura empresarial durante a safra 2009/2010 subiu 28,7%, comparando com o ciclo agrícola anterior. Entre julho de 2009 e junho de 2010, os produtores tiveram acesso a R$ 84,4 bilhões destinados a custeio, comercialização e investimento. Os dados foram consolidados nesta semana pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SPA/Mapa).
Somando os recursos liberados para a agricultura familiar, o valor investido na safra 2009/2010 totaliza R$ 95,6 bilhões. “O resultado é bastante positivo, ainda mais se considerarmos que, no ano passado, houve uma retração dos financiamentos privados por causa da crise financeira internacional”, considera o diretor de Economia Agrícola do ministério, Wilson Araújo.
Médio produtor - Destaque para os desembolsos voltados à classe média rural. No período, foram R$ 3,16 bilhões pelo Programa de Geração de Emprego e Renda Rural (Proger Rural), número 390% superior ao registrado na safra 2008/2009.
A contratação de recursos para investimentos em práticas sustentáveis na lavoura também apresentou desempenho expressivo. Houve crescimento de quase 200% nas liberações do Programa de Incentivo à Produção Sustentável do Agronegócio (Produsa) que alcançaram R$ 475,3 milhões no ciclo concluído no mês passado.
Outro financiamento muito procurado pelos agricultores foi o Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK), linha de crédito com condições especiais, criada ano passado por conta da crise financeira mundial. Somente para aquisição de máquinas e equipamentos foram desembolsados R$ 4,5 bilhões. Até então, esses equipamentos eram financiados pelos programas de Modernização da Frota de Tratores, Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) e de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra). Araújo lembra que o programa é temporário, mas ainda pode ser contratado até dezembro. Os recursos são financiados em um prazo de 10 anos a juros de 5,5% ao ano.
Nova safra - Desde 1º de julho os produtores agrícolas podem contratar crédito para safra 2010/2011. O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) para o novo ciclo terá à disposição do segmento empresarial R$ 100 bilhões. Para atender aos médios produtores são R$ 5,65 bilhões pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), sucessor do Proger Rural. Outra prioridade do governo, o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) tem uma linha de financiamento com R$ 2 bilhões. Outros R$ 16 bilhões serão direcionados à agricultura familiar. (Laila Muniz)
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Empresas rurais familiares: sucessão e exploração na pessoa física ou jurídica?
terça-feira, 20 de julho de 2010
ENCONTRO DA TURMA EM 2011
segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Há pessoas que sabem planejar e executar efetivamente seus planos
Comumente parecem não fazer nenhum esforço e mesmo assim conseguem resultados maravilhosos. De alguma
maneira fazem diferente da maioria das pessoas. Falam de seus sonhos com assertividade. No dia-a-dia
mostram-se entusiasmadas, são pessoas eficazes, conseguem monitorar a execução da estratégia para alcançar o
sonho. Envolvem as pessoas.
Aproveite para refletir respondendo as seguintes perguntas: Em qual sonho você está trabalhando ? O que você tem
feito com os seus sonhos? Você comemora os sonhos realizados? Efetivamente envolve e estimula as pessoas a realizarem
seus sonhos? Também é muito bom dividir projetos e por isso vale lembrar a letra do Prelúdio de Raul Seixas:
“Sonho que sonha só. É só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade!”
Líderes sonham, inflamam e realizam! Venha se junatar aos nossos sonhos e seja também um líder de Sucesso.
maneira fazem diferente da maioria das pessoas. Falam de seus sonhos com assertividade. No dia-a-dia
mostram-se entusiasmadas, são pessoas eficazes, conseguem monitorar a execução da estratégia para alcançar o
sonho. Envolvem as pessoas.
Aproveite para refletir respondendo as seguintes perguntas: Em qual sonho você está trabalhando ? O que você tem
feito com os seus sonhos? Você comemora os sonhos realizados? Efetivamente envolve e estimula as pessoas a realizarem
seus sonhos? Também é muito bom dividir projetos e por isso vale lembrar a letra do Prelúdio de Raul Seixas:
“Sonho que sonha só. É só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade!”
Líderes sonham, inflamam e realizam! Venha se junatar aos nossos sonhos e seja também um líder de Sucesso.
sábado, 17 de julho de 2010
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